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    Belgian Beer Weekend acontece nos dias 01, 02 e 03 de setembro na Grand Place, em Bruxelas

    Festival de cerveja belga celebra a variedade e a criatividade

    Por Daniela Silveira | 29 de Agosto 2017 - Publicado em 29 Agosto 2017


    Durante os dias, 01, 02 e 03 de setembro, a Grand Place, símbolo da cidade de Bruxelas, se transforma em um imenso bar de cervejas a céu aberto. É o Belgian Beer Weekend, festival que reúne cervejeiros para degustar centenas de rótulos de dezenas de marcas de cerveja, como Stella Artois, Leffe e Tripel Karmeliet.

    “É uma festa imperdível para quem realmente gosta de cerveja”, diz Claudio Oliveira, sócio da Cervejolândia. A empresa, com sócios deste e do outro lado do Atlântico, organiza viagens para brasileiros que querem conhecer um pouco mais da enorme variedade de cervejas belgas.

    Das culturas com tradição em produzir cerveja – as chamadas escolas cervejeiras –a belga é a mais completa. Não se atrela a limites e restrições como a alemã, que há mais de 500 anos só pode usar quatro ingredientes na cerveja. É muito mais criativa do que a inglesa, baseada em variações de duas grandes correntes: porter e bitter. E suas receitas são originais, ao contrário das americanas que são, em geral, releituras de fórmulas das outras três escolas.

    A cerveja belga, inclusos os rótulos fabricados em qualquer lugar sob os preceitos da escola belga, é livre para criar e usar os ingredientes que bem entender. O resultado pode ser leve, encorpado, amargo, ácido, doce, frutado, floral, herbal, refinado ou rústico. Tem cerveja para todos os gostos, e isso é o que torna a Bélgica um destino cervejeiro tão interessante.

    Conheça alguns tipos de cervejas:

    Pilsen

    Os belgas não têm preconceito contra estilos criados em outros países. A pilsen, como ocorre no mundo todo, é o estilo preferido da população – e, consequentemente, o mais vendido. A Stella Artois é uma perfeita representante do jeito belga de se fazer pilsen.

    Lambic

    Outra cerveja feita como em mil, novecentos e internet discada. A fermentação ocorre espontaneamente, com micro-organismos presentes no ar, nos ingredientes e nos tanques. Algumas dessas criaturas provocam o surgimento de sabores ácidos. A adição de frutas é bastante comum. O sabor da cerveja vem impresso no rótulo: kriek (cereja), framboise (framboesa), cassis, pêche (pêssego) e até banana.

    Cervejas de abadia

    Denominação genérica e um pouco vaga para os estilos de cerveja tradicionalmente feitos por monges – em particular a blond ale, a tripel e a dubbel. Têm aromas de frutas e especiarias (devido às variedades de fermento usadas) e são, geralmente, bem alcoólicas. Para elevar o teor de álcool sem deixar a cerveja pesadona, é comum o acréscimo de milho e/ou de candy sugar (açúcar invertido).
    Não as confunda com cervejas trapistas: esta classificação não diz respeito ao estilo da bebida, mas a um selo concedido para 11 mosteiros cistercienses em cinco países.

    Biére brut

    Cerveja – em geral do estilo tripel – que passa por uma segunda fermentação dentro da garrafa, com as leveduras e o processo usados para a Champagne. O resultado é uma bebida de carbonatação fina, aromas semelhantes ao do vinho espumante e teor alcoólico em torno de 12%. A marca DeuS é o símbolo máximo desse estilo delicioso e sofisticado.

    Witbier

    É a refrescante cerveja de trigo belga, feita com a adição de frutas e especiarias – na maior parte das vezes, casca de laranja e semente de coentro. A Hoegaarden é a marca mais representativa do estilo.

     

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