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    Cervejaria Nacional lança três sazonais de inverno

    Cervejaria Nacional lança três cervejas para o inverno

    Por Assessoria de Imprensa | 02 de Julho 2012 - Publicado em 28 Julho 2012


    As novas sazonais da Cervejaria Nacional são bons motivos para você deixar seus vinhos envelhecerem mais um ano. Para este inverno, a fábrica-bar lança três cervejas, a Ale vermelha Uacari, a bock tradicional Labareda, e a Russian Imperial Stout Saravá. Criadas pelos mestres-cervejeiros Luís Faniani e Alexandre Sigolo, todas são bem encorpadas para ajudar a subir as temperaturas nesta temporada de frio.

    A combinação do malte escuro caramelo belga com a adição do caldo de cana no mosto frio garantem à Ale vermelha Uacari um aroma intrigante que vai do caramelo e açúcar queimado à geleia de frutas e passas. A coloração vermelha profunda e sua espuma branca e densa são uma referência ao magnífico macaco amazônico de cara vermelha e pelagem branca que dá nome à cerveja. Destacam-se também a leve adstringência causada pelo caldo de cana, que contribui também com o final seco. O inicio é doce e delicado e o amargor do lúpulo não se sobressai, embora a combinação dos outros elementos contribua para o equilíbrio geral da bebida, que tem 27 SRM, 50 IBU e 6,5% ABV.

    Tão tradicional como o próprio inverno, a encorpada Bock Labareda tem cor âmbar-marrom e forte presença dos maltes caramelo no aroma. Apesar do teor alcoólico de 6 %, é uma cerveja macia e que não aparenta a potência que tem. O lúpulo é discreto e aromas como açúcar queimado e caramelo, além do exótico couro, podem ser percebidos. A bebida leva 19 SRM; 23 IBU; 6% ABV.

    A mais forte da turma, a Russian Imperial Stout Saravá, que será lançada somente na próxima quarta, dia 04 de julho, foi desenvolvida por ingleses no século XVIII para a Czarina Catarina II. Cerveja escura altamente alcoólica para agradar aos russos, o estilo popularizou-se e é encontrado no portfólio de muitas cervejarias. Como as Stouts convencionais, a principal característica aromática vem dos maltes escuros e torrados, lembrando chocolate, toffee e café. A lupulagem é relativamente alta, entretanto a doçura residual dos maltes equilibra a cerveja, que também é licorosa e densa. É uma cerveja para apreciadores, que tem 33 SRM, 72 IBU’s, 9% ABV.

    Sobre a Cervejaria Nacional:

    A Cervejaria Nacional foi inaugurada em junho de 2011, mas sua história começa anos antes, em 2006, quando nasceu da sociedade entre o economista Luís Fabiani e do produtor gráfico Dudu Toledo, entusiastas do universo cervejeiro. Antes atuando apenas como fornecedora de bares como o extinto Drake’s, a Cervejaria cresceu com a entrada do chef de cozinha Alexandre Cymes e de Marcus Ribas, da consultoria AyB, transformando-se em fábrica-bar. No térreo do ambiente de três pisos, ficam dispostos os enormes tanques de fermentação onde as cinco variedades de chopes artesanais servidas na casa - Y-îara Pilsen, Kurupira Ale, Sa´si Stout, Mula IPA e Domina Weiss - são produzidas, assim como as receitas sazonais. No primeiro andar, o bar, com paredes de tijolo aparente decoradas com lambe-lambes, revela uma vista privilegiada para a produção e abriga as torneiras de chope artesanal entre os sacos de malte. No piso superior, o restaurante desperta o apetite e dá vistas para a rua através de um grande vidro.

     

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