Jorge Ben Jor leva swing, alegria e simpatia ao Credicard Hall, dia 27 de fevereiro Eventos BaresSP 570x300 imagem
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    Jorge Ben Jor leva swing, alegria e simpatia ao Credicard Hall, dia 27 de fevereiro

    Jorge Ben Jor faz a alegria do Credicard Hall dia 27 de fevereiro

    Por Time For Fun | 05 de Fevereiro 2010 - Publicado em 04 Fevereiro 2010


    Jorge Ben Jor faz um tributo à alegria no Credicard Hall, dia 27 de fevereiro. Com apresentação da CAIXA, o público conferirá sucessos como "Fio Maravilha", "Mas que Nada", "Chove Chuva", "Por Causa de Você Menina", "Taj Mahal". Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Credicard Hall, pela internet (www.ticketsforfun.com.br), pelo telefone 4003-5588 e nos demais pontos de vendas do país.

    Nascido na Zona Norte do Rio de Janeiro, o cantor lançou seu primeiro disco na década de 60 e foi acolhido por representantes de todos os movimentos musicais, da pós-bossa nova aos dias atuais. O músico participou de programas como "Jovem Guarda" de Roberto Carlos e "O Divino Maravilhoso", da antiga TV Tupi, fruto do movimento Tropicalista. Nesse período foram lançados hits que continuam na cabeça da moçada como "País Tropical", "Charles Anjo 45", "Zazueira" e "Que Pena". Em 2002, a revista Rolling Stone elegeu álbum "África Brasil" (1976) como o 22º disco mais cool do século XX. Em 2007, o carioca lançou "Recuerdos de Asunción 443", fruto do trabalho feito entre 1978 e 1986 - período em que ficou na Som Livre. A gravadora, que possuía o endereço que dá nome ao álbum, deixou arquivadas todas as músicas inacabadas do cantor e duas décadas mais tarde elas foram lançadas.


    Além dos fãs fiéis, Jorge Ben Jor vê seu público se renovar a cada ano. Com a agenda de shows cheia, o cantor inclui em suas apresentações, ao lado dos clássicos eternos, algumas dessas "novas" canções.

    Sobre Jorge Ben Jor
    Sem bula explicativa e sem contra-indicações, assim é a obra de Jorge Ben Jor. Ele se interessou pela música quando a bossa nova ainda dominava o cenário artístico brasileiro e mundial. Como a maioria dos adolescentes daqueles tempos, seu ídolo era João Gilberto. Apesar disso Jorge Menezes, conhecido no mundo inteiro como Jorge Ben Jor, passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga e Ataulfo Alves. Seus pais comentavam sobre Nelson Gonçalves, crooner da orquestra de Severino Araújo. Ainda desta época, há Cauby Peixoto que depois de décadas viria a gravar uma de suas canções, "Dona Culpa Ficou Solteira".


    Jorge Ben Jor explodiu com a música "Mas Que Nada" e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso, "Chove Chuva". Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba tradicional. Alguns achavam que sua música era moderna demais. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o "Meireles e os Copa 5".


    Assim desde o início de sua carreira, Ben Jor se mostrou inovador. Como compositor, cantor, músico, bandleader e arranjador Ben Jor é único. É impossível classificar sua música e seu balanço, que são inconfundíveis. Mas "esse samba que é misto de maracatu", marca registrada de Jorge Ben Jor, encontrou espaço no mundo todo e tornou-se sucesso universal. Respeitado e acolhido com respeito por todos os artistas, em todos os movimentos musicais, desde o pós-bossa nova até nossos dias. Artistas remanescentes da bossa nova, como o Tamba Trio, Pery Ribeiro e Walter Wanderley gravaram "Mas Que Nada" e outras composições suas. "Mas Que Nada" foi a única música em português a alcançar o primeiro lugar entre as músicas mais tocadas nos Estados Unidos em todos os tempos.


    Na época do início da MPB, Jorge transitava como intérprete pelos programas "Fino da Bossa", comandado por Elis Regina e Jair Rodrigues, "Jovem Guarda", de Roberto Carlos, e "O Pequeno Mundo", de Ronnie Von. Eram terrivelmente antagônicos. Um artista que participava de um desses programas, imediatamente era proibido de se apresentar nos outros. A única exceção sempre foi Jorge Ben Jor. E quando a tropicália aconteceu como o mais inovador movimento artístico musical de nosso país, Jorge Ben Jor também foi convidado no programa de televisão "Divino Maravilhoso", apresentado pelos baianos Caetano Veloso, Gilberto Gil e Gal Costa e dirigido por Fernando Faro e Antonio Abujamra.


    Da mesma forma e desde o final dos anos 60 até hoje, Jorge é o único compositor a ser gravado por artistas de todas as correntes musicais. "Mas Que Nada" está registrada nas vozes de Ella Fitzgerald, Dizzie Gilespie, Julio Iglesias, Al Jarreau, Trini Lopez, José Feliciano, Fred Bongusto, Mina, Nicoletta, Los Hermanos Castro e em centenas de outras gravações de cantores e grupos musicais de dezenas de países do mundo.


    Quando a MPB eclodiu como movimento de união da elite musical brasileira, Elis Regina imortalizou "Zazueira". É dela também uma ótima gravação de "Se Segura Malandro". Jair Rodrigues gravou "Papa Gira". Elza Soares, Paulinho Nogueira, Maria Creuza e Tania Maria gravaram "Mas Que Nada". Na mesma época, um jovem cantor chamado Wilson Simonal despontou para o êxito em todas rádios com o sucesso "País Tropical", exaltando a alegria e o prazer de ser brasileiro. Esta música foi regravada quase trinta anos depois por Ivan Lins.


    Ainda nestes anos de grande efervescência artística, "Os Incríveis" gravou "Vendedor de Bananas" - um sucesso espetacular, que veio se repetir quase vinte anos depois numa maravilhosa interpretação de Ney Matogrosso. Erasmo Carlos também compôs com Jorge e gravou "Menina Gata Augusta". No programa de Ronnie Von, nasceu o trio "Os Mutantes" que despontou para a fama com a música "Minha Menina".
    Aí foi Gal Costa que começou a gravar as músicas de Jorge. "Que Pena", um dos principais hits de toda sua carreira, elevou-a ao primeiro time das cantoras brasileiras de todos os tempos. Também integrante deste time, Maria Bethânia gravou "Mano Caetano".


    Cronologicamente, um pouco depois, veio a black music. Com os Diagonais, Cassiano, Fábio, Banda Black Rio e Tim Maia. Os shows e bailes, que faziam a alegria da periferia do Rio de Janeiro, tornaram-se populares em quase todo o país. Jorge se transformou no papa do movimento. Eram famosas as festas anuais do Chic Show, que lotavam ginásios de esportes e que obrigatoriamente tinham a sua presença.
    Claudete Soares fez sucesso regravando "Que Maravilha", que antes havia sido apresentada em disco por Jorge e Toquinho, seus autores, numa gravação antológica e inesquecível. Maria Alcina levantou o Maracanazinho com "Fio Maravilha".


    Durante os anos 80, Jorge Ben Jor se apresentou para platéias européias e asiáticas em festivais de jazz e de world music. Moraes Moreira regravou "Chove Chuva". Zé Ramalho, "Eram os Deuses Astronautas" e Leila Pinheiro, "Por Causa de Você Menina". Outras regravações importantes foram "Que Pena", com Oscar D'León e Elba Ramalho, e "Zazueira" com Herp Albert & Tijuana Brass.


    E em meados dos anos 90 ele homenageou Tim Maia, "o síndico", com o megasucesso WBrasil. Foi o retorno triunfal de Ben Jor às paradas de sucesso. Novos fãs, outra geração vibrou com o ritmo alucinante e dançante da Banda do Zé Pretinho, que acompanha Jorge desde o início de sua carreira.
    Fernanda Abreu gravou "Jorge de Capadócia", Sandra de Sá incluiu "Charlie Anjo 45", em um de seus discos. O funk carioca ficou mais rico utilizando as composições de Jorge. Leci Brandão gravou "Um Poeta Amigo Meu".
    Leandro Leart convidou-o para participar do especial MTV do Art Popular e do disco que nasceu deste show. O mesmo aconteceu com o Só Pra Contrariar e Jorge teve uma importante participação num dos álbuns do conjunto. A música da Bahia também rendeu homenagens a Jorge. Daniela Mercury gravou "País Tropical" e "Ivete Sangalo" fez um dueto sensacional com ele em "Por causa de Você Menina".


    A música de Pernambuco prestou sua homenagem a Ben Jor quando o conjunto Mundo Livre SA gravou uma música até então inédita chamada "Mexe Mexe". O Forróçacana gravou "Menina", "Mulher da Pele Preta" e seu sucesso no Rio de Janeiro mostrou que em Jorge Ben Jor está a fórmula para o êxito também do forró.
    O rock, o pop e o reggae também usufruíram de suas criações. Os Paralamas do Sucesso regravaram "Charlie Anjo 45", o Skank incluiu em seu repertório "Cadê o Penalty" e "Cuidado com o Buldogue". Lulu Santos gravou "Minha Estrela do Oriente" e o Cidade Negra fez uma leitura em "O Homem da Gravata Colorida". O Sepultura gravou um de seus maiores sucessos que foi "Ponta de Lança Africana (Ubabaraúma)". O pessoal do rap não é exceção: Thaíde & DJ 1 gravaram "Ive Brussel" e o grupo Racionais MCs, a música "Jorge de Capadócia".

    Os artistas brasileiros mais contemporâneos também já gravaram as músicas de Jorge. Marisa Monte cantou "Cinco Minutos", Ana Carolina se apresentou ao lado de Jorge em Paris em 2000, Simoninha gravou "Bebete Vamos Embora". Na lista, há ainda Max de Castro, Pedro Mariano, Chico Cesar.
    Chitãozinho & Xororó, Leonardo, Zezé di Camargo & Luciano cantaram diversas músicas com Jorge no programa "Amigos" em 1999. Na Europa, suas turnês duram no mínimo quarenta dias cada. Desde 2000 seus shows nos Estados Unidos, onde realiza regularmente apresentações, vêm conquistando uma grande parcela do público americano.

    Serviço Jorge Ben Jor
    Realização: TIME FOR FUN
    Apresentação: CAIXA
    Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro
    Site: www.credicardhall.com.br
    Telefones para informações: 4003-5588
    Venda a grupos: (11) 2846-6166 / 6232
    Única apresentação no dia 27 de fevereiro
    Horário: 22h
    Duração espetáculo: aproximadamente 1h30
    Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos e 13 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 14 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
    Capacidade: 5282 lugares
    Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo
    Co-Patrocínio: Itaipava Premium
    Apoio: Samsung
    Seguradora Oficial: Allianz
    Estacionamento: terceirizado: R$ 25,00
    Acesso para deficientes
    Ar condicionado

    PREÇOS DE INGRESSOS
    Configuração                                      "Pista" NORMAL                 ½ ENTRADA
    NOS CAMAROTES NO SETOR I          R$ 130,00                            R$ 65,00
    NOS CAMAROTES NO SETOR II         R$ 110,00                            R$ 55,00
    PISTA                                                        R$ 60,00                               R$30,00

    - Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.
    BILHETERIA OFICIAL - SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
    Credicard Hall - diariamente, das 12h às 20h - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro

    LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
    Pontos de venda no link:
    premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
    Central Tickets For Fun: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-5588 (válido para todo o país), das 9h às 21h - segunda a sábado.

    Pela Internet: www.ticketsforfun.com.br (entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega)

    Formas de Pagamento:
    Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

     

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