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No Dia Mundial do Coquetel, sabores e emoções se misturam em experiências cheias de afeto

No Dia Mundial do Coquetel, sabores e emoções se misturam em experiências cheias de afeto

Mais do que drinks, a data celebra conexões, histórias e momentos

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Existem encontros que começam com um olhar, outros com uma conversa tímida e alguns simplesmente nascem ao redor de um copo bem servido. No Dia do Coquetel, celebrado em 13 de maio, o brinde vai além da bebida, ele se transforma em memória, conexão e afeto. Em meio à rotina acelerada, os coquetéis carregam um ritual quase cinematográfico. O som do gelo no copo, o aroma cítrico e doce que se espalha no ar, a luz baixa refletindo nas taças e as conversas que se prolongam sem pressa criam o cenário perfeito para encontros que ficam marcados.

O Sabor das memórias

A origem dos coquetéis remonta ao século XIX, quando a combinação de destilados, açúcar, água e bitters começou a ganhar popularidade, especialmente nos Estados Unidos. Desde então, os drinques evoluíram, atravessaram fronteiras e se tornaram símbolos de sofisticação, experimentação e identidade cultural. Hoje, eles vão muito além das receitas tradicionais, abrindo espaço para releituras contemporâneas e criações autorais que exploram ingredientes, técnicas e apresentações inovadoras.

Ao longo da história, os drinks também ganharam espaço na literatura, na música e no cinema como símbolos de encontros, romance e nostalgia. Obras como The Great Gatsby eternizaram o glamour dos coquetéis em meio às festas e paixões dos anos 1920, enquanto filmes como Casablanca transformaram bares e brindes em cenários de despedidas e reencontros inesquecíveis.

Na música brasileira, canções como Whisky a Go Go, do Roupa Nova ajudam a construir esse imaginário afetivo da noite, das conversas longas e das memórias que nascem entre taças. Inspiradas nessa atmosfera boêmia e emocional presente nas artes, as citações do texto foram criadas de forma autoral para traduzir o romantismo e a sensibilidade que envolvem o universo dos coquetéis. Bares e restaurantes sempre foram palco de histórias improváveis. Casais que se conheceram dividindo um drink, amigos que transformaram um happy hour em tradição e famílias que celebram conquistas entre brindes e risadas.

Mais do que tendência gastronômica, o coquetel virou símbolo de experiência. Cada receita carrega personalidade, mistura sabores e desperta sensações. Há quem prefira os clássicos intensos, quem escolha versões mais suaves e refrescantes e até quem encontre em um drink autoral a lembrança de uma viagem, de um amor ou de um momento especial.

A arte de celebrar pequenos instantes

Celebrar o Dia do Coquetel é, também, um convite para comemorar as pequenas vitórias e viver deliciosamente cada instante. Afinal, a vida acontece nos detalhes: em uma conversa que se prolonga sem pressa, em risadas espontâneas divididas ao redor da mesa e nos brindes feitos de coração. Mais do que uma bebida, o coquetel simboliza encontros, afeto e memórias construídas entre sabores e emoções. Talvez essa seja a verdadeira magia de um bom drink: transformar momentos simples em lembranças inesquecíveis e lembrar que sempre existe um motivo, mesmo pequeno, para celebrar a vida.

Destinos para brindar bons momentos

SubAstor: Referência mundial em alta coquetelaria, o SubAstor combina atmosfera intimista e misteriosa com uma carta de drinques autorais sofisticados, perfeito para celebrar a data em grande estilo. Exclusivamente na unidade da Vila Madalena, a casa apresenta uma seleção especial inspirada nos biomas brasileiros. Entre os destaques, o Mata Atlântica (R$ 52) traz perfil cítrico e frutado, com cordial de cambuci, whisky Bulleit Bourbon, aguardente de pera e orange bitter.

Imagem: Drink Amazônia | Créditos: Bruno Geraldi

Baretto: Localizado no primeiro andar do Hotel Fasano São Paulo Jardins, o Baretto se revela discretamente atrás de uma porta lateral à esquerda da recepção. Sob o comando do consagrado Bolinha, o bar é reconhecido pela atmosfera acolhedora e intimista, ideal para quem busca uma experiência sofisticada e exclusiva. Por lá, os clássicos da coquetelaria são executados com precisão. O Negroni (R$ 68) combina gin Tanqueray London Dry, vermute rosso e aperitivo italiano, um drinque equilibrado e marcante. Já o Cosmopolitan (R$ 66) traz vodka Ketel One, limão, licor de laranja e suco de cranberry, uma opção saborosa e elegante.

Imagem: Drink Negroni | Créditos: Bruno Geraldi

Lavva: No Lavva, a coquetelaria segue a mesma linha criativa do menu principal, que valoriza as raízes asiáticas com um toque contemporâneo. A carta de drinques traduz essa proposta em combinações inusitadas e bem executadas. Entre os destaques, o Jirisan Collins (R$ 65) mistura hochu, maçã verde, shissô, salsão e CO₂. Já o elegante Honeydew (R$ 70) une Absolut Elyx, saquê, absinto e melão. Para quem prefere perfis mais intensos, a sugestão é o Amber Hearth (R$ 75), que combina bourbon, shiitake, manteiga noisette, milho tostado e bitters.

Imagem: Drink Honeydew | Créditos: Kato

Astor: Com cinco unidades espalhadas por São Paulo, o Astor mantém uma base fiel de frequentadores e segue conquistando novos clientes com uma carta que valoriza os clássicos da coquetelaria. Entre os favoritos do público, o Old Fashioned (R$ 56) entrega um perfil encorpado e amargo, combinando whisky Bulleit Bourbon, xarope simples e bitter Angostura. Já a Gin Tônica Clássica (R$ 49) é refrescante e levemente amarga, preparada com gin Tanqueray, água tônica, zimbro, manjericão e limão siciliano. Para os fãs da intensidade, o Espresso Martini (R$ 49) une vodka Ketel One, café espresso e licor de café, resultando em um drinque marcante e equilibrado.

Imagem: Drink Gin Tônica Clássica | Créditos: Lais Acsa

Casa Hario: espaço único que reúne cafeteria, restaurante, bar e loja em um só endereço, a coquetelaria também se destaca com propostas criativas. No bar, os chamados drinques “mestiços” apresentam releituras contemporâneas de clássicos, sempre com o toque asiático que já é marca registrada da casa. Entre as opções, o Bloody Mariko (R$ 39) traz vodka, Bloody Mix da casa, mix cítrico e suco de tomate, em uma versão cheia de personalidade. Outras boas pedidas são o Meu Mai Tai (R$ 45), que aposta na combinação de tequila reposado, licor de amêndoas APTK, solução cítrica e tintura de hortelã e manjericão; e o Guerreiro (R$ 45), que mistura whisky bourbon, redução de figo e aromatic bitter.

Imagem: Drink Meu Mai Tai | Crédito: Neuton Araújo

Leila: Com carta de drinques assinada pela bartender argentina Chula Barmaid, o Leila aposta em uma atmosfera que valoriza os encontros ao redor da mesa. Nesta proposta, a sugestão para a data são as opções refrescantes feitas para compartilhar. São eles o Clericot Amarelo (R$ 205), que combina vinho branco e espumante com redução de frutas amarelas frescas e um toque de pimenta, e a Sangria de Goiaba (R$ 205), que traz goiabada da casa, notas cítricas de laranja e vinho tinto.

Imagem: Clericot Amarelo | Créditos: Andreza Pinheiro

Mata Città: Conta com um cardápio de drinques que transita entre clássicos e autorais. Entre as opções consagradas, aparecem o Macunaíma (R$ 45), com cachaça, fernet e limão-taiti, e o Fitzgerald (R$ 50), que leva gin Beefeater, limão-siciliano e bitter aromático. Já entre as criações da casa, o destaque vai para o refrescante Sgroppino (R$ 60), elaborado com sorbet de morango, vinho rosé com amora e basílico.

Imagem: Drink Sgroppino | Créditos: Bruno Geraldi

 

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