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    Chico Buarque leva todo o seu carisma para o palco do HSBC Brasil

    Chico Buarque confirma apresentações extras em Abril

    Por Assessoria de Imprensa  | 29 de Fevereiro 2012 - Publicado em 28 Fevereiro 2012


    Com quatro semanas de apresentações no HSBC Brasil totalmente lotadas, Chico Buarque anuncia a abertura de mais seis datas na cidade, entre os dias 30 de março e 8 de abril, de sexta a domingo. A venda para os shows extras de 'Chico' começa em 1º de março (mesmo dia em que o espetáculo entra em cartaz em São Paulo), a partir das 10h00 (ver serviço).

    Desde a estreia da turnê, em novembro do ano passado, em Belo Horizonte, mais de 70 mil espectadores assistiram ao show, que já passou também por Curitiba, Porto Alegre, Novo Hamburgo e Rio de Janeiro. O espetáculo, que tem como base o último disco do artista, Chico, lançado no primeiro semestre de 2011 pela gravadora Biscoito Fino, conta com patrocínio da Icatu Seguros e apoio cultural da Gol Linhas Aéreas.

    O SHOW

    Ausente dos palcos desde 2007, Chico Buarque inaugurou a nova turnê no início de novembro, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. Além das faixas do novo CD, que dá título ao show, ele interpreta ainda mais 18 músicas de diversos momentos de sua carreira, do início dos anos 60 até hoje. Amarrando meticulosamente as canções, por afinidades musicais ou temáticas, a abertura do espetáculo fica por conta de duas composições diretamente relacionadas às suas incursões pela literatura. Enquanto Velho Francisco (do álbum Francisco, de 1978) serviu de inspiração para o seu livro mais recente, Leite Derramado – vencedor do Prêmio Jabuti em 2010 –, De volta ao samba (Paratodos, 1993) marcou o fim de um de seus muitos jejuns musicais, quando ficou longe dos refletores por dois anos para se dedicar ao seu primeiro romance, Estorvo, de 1991.

    Músicas que ele nunca havia interpretado ao vivo, caso de Geni e o Zepelim, ou que não eram apresentadas por Chico havia muito tempo também integram o novo show, como Anos dourados (parceria com Tom Jobim) e Desalento (com Vinicius de Moraes), e ainda outras pouco conhecidas do grande público, como Ana de Amsterdam, composta para a peça Calabar – o elogio da traição (1972), Baioque, do filme Quando o carnaval chegar (1972), e A Violeira, também feita para a trilha de um longa, Para viver um grande amor (1983).

     

     
     
     

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