ZeZé di Camargo e Luciano Voltam ao Credicard Hall, entre 4 e 5 de dezembro, e mostram novo formato da turnê Duas Horas de Sucesso Eventos BaresSP 570x300 imagem
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    ZeZé di Camargo e Luciano Voltam ao Credicard Hall, entre 4 e 5 de dezembro, e mostram novo formato da turnê Duas Horas de Sucesso

    ZeZé di Camargo e Luciano Voltam ao Credicard Hall, entre 4 e 5 de dezembro, e mostram novo formato da turnê "Duas Horas de Sucesso"

    Por Time For Fun | 02 de Dezembro 2009 - Publicado em 11 Dezembro 2009


    Serão 120 minutos cronometrados. São 30 músicas simbolizando o mês e um repertório selecionado com os hits que marcaram 18 anos de uma carreira brilhante, consagrada com o tempo. Acrescente a esses ingredientes imagens e lembranças que surgirão no palco em formato de filme, retratando momentos de muita surpresa. Em linhas gerais, é assim que se pode definir "Duas Horas de Sucesso", turnê marcada para os dias 4 e 5 de dezembro, que traz Zezé Di Camargo e Luciano de volta aos palcos do Credicard Hall, em São Paulo. O espetáculo tem a mesma concepção do show homônimo apresentado em agosto de 2008 na mesma casa de espetáculo, que resultou no DVD, lançado há três meses e que já figura como o mais vendido do Brasil. Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Credicard Hall, pela internet (www.ticketmaster.com.br), pelo telefone 2846-6000 e nos demais pontos de vendas do país.



    A nova versão de "Duas Horas de Sucesso" destaca um roteiro musical que une todos os grandes sucessos da dupla. Do repertório mais antigo, "Vem Ficar Comigo", "A Ferro e fogo", "Sufocado", "Coração está em Pedaços", "Pra Mudar Minha vida", "Sem medo de se feliz", "Como um anjo", "Na Hora H", "Dois Corações e uma história", "Saudade", "Pão de Mel" e "Antes de Voltar pra Casa".

    Contando e cantando, os irmãos goianos soltam a voz também em canções mais recentes como "Diz pro meu olhar", "Dou a vida por um beijo" e as atuais "Nóis Namora" e "Faça alguma coisa". Eles ainda presenteiam a platéia com dois números especiais: Zezé Di Camargo soltando seus belos agudos, relembrando um dos momentos mais aplaudidos de sua carreira, a interpretação de "Caruzo", e o momento solo de Luciano em "Do seu Lado", música de Nando Reis que ficou imortalizada pelo grupo Jota Quest. E mais: um tributo aos Beatles com "Something".

    Dois clássicos da dupla não podem faltar: "No Dia Em Que Saí de Casa", pela capacidade de unir duas épocas _ a de Pirenópolis aos dias atuais, e "É o Amor", porque assim tudo começou. E por falar em clássicos, Zezé Di Camargo e Luciano interpretam "Telefone Mudo" (Franco/Peão Carreiro), sucesso nos anos 80 com o Trio Parada Dura, e "Ainda Ontem Chorei de Saudade" (de Moacyr Franco, hit nas vozes de João Mineiro e Marciano). "Nessa hora, o chão vai tremer", avisa a primeira voz.

    O charme extra fica por conta de "Hey Jude" na voz de Luciano acompanhado pelo irmão no piano. Outro ponto máximo do show traz uma homenagem aos "Amigos". "O tema promete pronta identificação com a platéia. Telões exibem imagens que falam por si só, fazendo um flash back de vários momentos vividos por nós e por Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó, desde nosso primeiro encontro", conta Luciano. E é bem nesse contexto que eles soltam a voz, com gosto de boas lembranças, em "Cerveja", "Na Aba do Meu Chapéu" e "Mexe que é bom".

    Além da formação original com seis músicos e três vocais, o espetáculo traz a participação do saxofonista Mário Lúcio e um corpo de balé, com novos figurinos e coreografia de Rosely Rodrigues, do Grupo Raça Companhia de Dança. "Duas Horas de Sucesso" vem provar, mais uma vez, que rótulos não fazem parte de uma carreira sem fronteiras.

    "Nossa idéia é apresentar um repertório que traduza o tempo, esses 18 anos de carreira. Que faça com o que o público viaje num tempo em que os segundos, os minutos, as horas, os dias, os meses, os anos podem parecer abstratos como assim a vida demonstra ser nos ponteiros do relógio. Mas com a poesia, com a música, a existência se torna real", fala o poeta, compositor e cantor, a outra metade de Luciano, Zezé Di Camargo.

    Todo o repertório foi selecionado em nome de seu público. Público este responsável, sim, pelo sucesso dos artistas que sempre renovam. Afinal, o tempo é infinito e, graças à magia do palco e à sintonia com os fãs, os "2 Filhos de Francisco e Helena" conjugam o amor em todos os tons e em todos os tempos. Numa perfeita alquimia musical.

    A direção musical tem o toque do maestro Hélio Bernal, presença constante ao longo de toda a trajetória de sucesso dos filhos de Francisco, e a produção executiva, de Casagrande (produtor da ZCL). A iluminação é uma apresentação à parte e traz assinatura de Vandelei Carregã.

    ZEZÉ DI CAMARGO E LUCIANO
    Contar tão somente que esses meninos, de origem tão humilde, alcançaram fama e prestígio além das fronteiras nacionais é reduzir a trajetória de Zezé Di Camargo e Luciano a uma mera síndrome de Cinderela. A bem dizer, não é de um salto que se faz uma história de Pirenópolis a Tóquio, onde a dupla arrebatou multidões, em 2004 e 2005. Feito o primeiro milhão de cópias vendidas, veio mais outro e mais outro e mais outro, somando hoje a marca de mais de 30 milhões para 19 álbuns (sendo 17 de carreira, dois em espanhol e um àlbum duplo ao vivo), em 18 anos.

    E, se é para citar estatísticas, convenhamos, não há por que economizar. Zezé e Luciano ostentam na estante dois Grammys latinos, um como Melhor Álbum de Música Sertaneja (2004) e outro na categoria de Melhor Álbum de Música Romântica (2005). Ainda em 2004 levaram prêmio como Melhor Dupla da ABL (sim, a Academia Brasileira de Letras!). Também se orgulham pela conquista de dois troféus na categoria de Melhor Dupla de Canção Popular, do Prêmio Tim de Música (2006 e 2007). O mesmo prêmio mudou de nome (agora Prêmio da Música Brasileira), mas não de mãos. Neste ano (2009), foram agraciados novamente na categoria melhor dupla de canção Popular pelo conceituado Prêmio criado por José Maurício Machline. E, longe de parecer demagogia, Zezé não se cansa de exaltar que "o maior prêmio não são os troféus acumulados, e sim o carinho e a retribuição do público".

    Não lhe faltam motivos para tanto. Em pesquisa encomendada pelo Instituto da Cidadania e pela Fundação Perseu Abramo em 2004 para traçar o perfil da juventude brasileira, Zezé e Luciano foram apontados como os "artistas preferidos" dos entrevistados entre 15 e 24 anos. Não deixa de ser curioso pensar que, àquela altura, com 13 anos de carreira, toda uma geração cresceu ao som de É o Amor. Esse reflexo indica que além de manter um grande público desde o início de carreira, a dupla vem seduzindo novos fãs a cada ano.
    Soma-se a esses fatos, o resultado de pesquisa realizada, em julho de 2007, pelo conceituado instituto Data Folha, indicando Zezé Di Camargo e Luciano como os artistas mais populares e mais escutados do Brasil. O mesmo instituto realizou, em julho deste ano, pesquisa no estado de São Paulo, e os dois foram eleitos como os artistas preferidos.

    Se pudesse ser traduzida em números, a história de Zezé Di Camargo e Luciano seria contada da seguinte forma: até 2004, com esses 13 anos mencionados na pesquisa, 20 milhões de cópias, saldo acumulado até então, significavam aproximadamente 3 (três) CDs vendidos por minuto, ou seja, 176 cds/hora e
    4.215 cds/dia. Não se incluem aí projetos especiais para empresas e vendas relativas a participações em CDs como trilha sonora de novela, CDs do projeto Amigos e outras participações. A dupla também figura como um dos três únicos artistas brasileiros a superar a marca de 100 mil DVD´S vendidos para cada um dos títulos lançados _ e foram apenas dois.

    No palco, isso se traduz em 120 shows por ano e 30 mil pessoas, em média, por apresentação. É platéia que não acaba mais.

    A saga dos "2 Filhos de Francisco" - Camargo e Camarguinho: foi assim que começou

    Fã de Tonico e Tinoco, seu Francisco, um lavrador de Pirenópolis, cidadezinha do interior de Goiás, acalentava um sonho: ter dois filhos homens que pudessem formar uma dupla sertaneja. Quando nasceu Mirosmar José, o primogênito da família Camargo, cobrou da mulher, dona Helena: "Agora precisamos da segunda voz.." Um ano depois nascia Emival, o parceiro que faltava.

    Sim, você já viu esse filme em algum lugar, mas falemos desse assunto mais adiante.

    Quando Zezé, o filho mais velho, completou três anos, ganhou do pai uma gaitinha. Mais tarde, com o dinheiro que vinha da lavoura, seu Francisco comprou uma sanfona e um cavaquinho para os filhos, que àquela altura já formavam a dupla Camargo e Camarguinho. "Como eles tinham vergonha, eu dava dinheiro escondido para os outros pagarem os dois depois que cantassem. Era para incentivar", relembra seu Francisco. A dupla-mirim se apresentava em circos e rodoviárias.

    Em 74, a família foi para Goiânia, abrigando-se num barraco de dois cômodos.
    A dupla Camargo e Camarguinho, que tocava canções de Tonico e Tinoco e de outras duplas da época, vez ou outra ganhava a estrada para se apresentar no interior do país. E foi numa dessas viagens, na volta de Imperatriz, no Maranhão, que um acidente de carro tirou a vida de Emival, com 11 anos.

    "Éramos os irmãos mais ligados. Fiquei traumatizado por um ano", revela Zezé. Aos 13 anos trabalhava como office-boy. Aos 15, recuperado da fatalidade, já era o Zé Neto do trio Os Caçulas do Brasil, com quem chegou a gravar um disco. Em 79 formou parceria com um amigo de Goiânia, remanescente do trio. A carreira da dupla Zazá e Zezé, que teve boa expressão em Goiás e no Mato Grosso, deu origem a três LPs. Mas não vingou porque Zazá tinha planos regionais. Zezé queria ganhar o país.

    Em 1987, Zezé partiu para São Paulo, em busca de carreira solo. Gravou dois discos pelo selo Três M, já extinto (hoje esses trabalhos pertencem à Continental). Por essa época, algumas de suas composições já eram sucesso nas vozes de duplas consagradas, como Chitãozinho e Xororó. "Apresentei ´Solidão´ ao Leonardo, mas achava que ela deveria ser gravada pelo Amado Batista. Mas o Léo gostava muito da canção. Fez um playback sem me avisar.
    Só contou quando já tinha decidido gravá-la", lembra Zezé. A música acabou estourando nas vozes de Leandro e Leonardo.

    Luciano entra em cena

    Apesar das composições bem-sucedidas, o filho mais velho de seu Francisco queria mesmo era emplacar como cantor. Welson David, irmão 10 anos mais novo, imaginava que Zezé estivesse fazendo sucesso em São Paulo. "Vi você no programa do Bolinha", ligava, orgulhoso. Luciano nem desconfiava que quem segurava as pontas - e as contas - na casa de Zezé era, muitas vezes, Zilú, sua mulher.

    Welson trabalhava como office-boy em Goiânia, mas já começava a soltar a voz. "Ele cantava no clube da Caixego (Caixa Econômica de Goiás, onde era funcionário), recorda-se dona Helena. No Natal de 1989, o mano mais velho foi visitar a família em Goiânia. Welson aproveitou para mostrar o que havia aprendido. "Vi que ele tinha tino para a coisa", lembra Zezé. "Comentei com a Zilú e ela deu a maior força, afinal era meu irmão, novinho, boa pinta e sem vícios." Zezé precisava mesmo encontrar um parceiro. Ele estudava propostas de algumas gravadoras, que só fechariam contrato se o cantor formasse novamente uma dupla.

    E assim foi feito. Ensaia daqui, ensaia de lá, Zezé posou de maestro até ganhar o timbre certo de sua outra metade. Na hora de escolher o nome da dupla, a questão era: o que combinaria melhor com Zezé Di Camargo. "Que tal Lucian?", arriscou Zezé. "Por que não Luciano?", sugeriu Welson. Fechado. E assinaram contrato com a gravadora Copacabana.

    Com o repertório definido e faltando um dia para a dupla entrar em estúdio, Zezé teve um estalo e compôs, de supetão, "É o Amor". Insistiu com os executivos da gravadora e conseguiu incluir a faixa no LP. Antes mesmo de o disco sair, foi o próprio Zezé Di Camargo quem deixou uma fita com "É o Amor" na rádio Terra de Goiânia. Seu Francisco, sempre incentivador, comprava 500 fichas telefônicas por semana e as espalhava pela vizinhança.
    Pedia que ligassem para a rádio e solicitassem a música que seus meninos haviam acabado de gravar. Funcionou: em 15 dias "É o Amor" era a mais pedida da cidade.

    A conquista do Brasil

    Foi em 19 abril de 1991 que Zezé Di Camargo e Luciano lançaram seu primeiro disco. Em dois meses "É o Amor" alçava seus intérpretes ao primeiro lugar no hit parade. Em seis meses o CD de estréia dos cantores ganhava disco de platina duplo por 750 mil cópias. Em pouco mais de um ano atingia a casa de
    1 milhão de cópias.

    Veio o segundo disco e 1,3 milhão em vendas; o terceiro, e mais 1,52 milhão; o quarto somou 1,6 milhão; o quinto, 1,7 milhão; o sexto rendeu 1,8 milhão, o sétimo, 1,85 milhão e o oitavo chegou a 1,9 milhão. Mal acostumados, no melhor sentido, os dois nunca mais abandonaram a casa do milhão. No dia 19 de abril de 2000, saiu o 1º CD ao vivo, duplo, com os grandes sucessos da
    carreira: 1,7 milhão de cópias vendidas. Isso sem falar nos álbuns em língua castelhana, lançados em 94 e 2002. Os artistas também apresentam dois DVDs de carreira, que estão na lista dos mais vendidos do Brasil.

    Do palco para a telona

    Parecia óbvio que a vida de Zezé Di Camargo e Luciano rendesse um filme. Enredo para tanto a vida real já havia traçado. O acaso se encarregou de dar a esse script o melhor destino possível. Ao ler numa entrevista que só faltava um filme na vida da dupla, Taís, fã incondicional, propôs ao pai Wilson Cabral que encampasse a idéia. Diretor da Columbia Home Vídeo, Cabral procurou a gravadora Sony Music. A Sony então levou o projeto à dupla e Luciano sugeriu o renomado time da Conspiração para produzir o longa.

    Disposto a fazer seu primeiro longa-metragem, Breno Silveira abraçou a causa. "2 Filhos de Francisco" fez cair o queixo de muitos críticos e, em especial, da patrulha que sempre tratou o gênero sertanejo e romântico com desdém. E mesmo Zezé Di Camargo e Luciano, embora habituados aos milhões, espantaram-se com os 5,6 milhões de espectadores que fizeram do título o filme brasileiro mais visto nos cinemas em 2005. Bateu blockbusters como "Harry Potter e o Cálice de Fogo", "Os Incríveis", "Madagascar", "Batman Begins" e "Star Wars - Episódio 3". Soma-se a esse mérito a indicação para representar o Brasil como pré-candidato ao Oscar na categoria de ´Melhor Filme Estrangeiro´. Não foi escalado para o time dos cinco finalistas escolhidos pela Academia, em compensação entrou para o Guiness World Records como o filme que conseguiu reunir em uma única sessão o maior número de espectadores ao ar livre. A exibição aconteceu na véspera do aniversário da cidade de São Paulão, dia 24 de janeiro de 2006. O recorde foi batido na Estação da Luz, no centro da capital paulista. " Já é um sonho ver a nossa história retratada no cinema, quanto mais quebrar o recorde mundial de maior exibição pública de um filme. Sou extremamente grato a Deus por nos ter abençoado, ao nosso pai, responsável por aquele ´empurrãozinho´, e aos nossos fãs. Afinal, não há show nem música sem platéia", declarou então Zezé Di Camargo.

    Com uma platéia de cerca de 18 mil pessoas, segundo a Polícia Militar (ou de 20 mil pessoas, segundo os organizadores), a exibição ocorreu em cinco telões montados na centenária estação de trens, antes do show da dupla em homenagem aos 452 anos de São Paulo. O recorde anterior registrado pelo Guinness aconteceu em 1998, quando 10 mil pessoas se reuniram no Battersea Park, em Londres, para assistir ao filme "Quinto Elemento". Recentemente, em
    12 de abril deste ano, superaram o próprio recorde (atingindo 21 mil
    pessoas) durante a exibição de "2 Filhos" para o público do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, antes do show que mostraram no projeto Afroreggae.

    Em dezembro de 2005, com o lançamento do DVD de "2 Filhos de Francisco", mais um recorde atingido: 600 mil cópias vendidas. Estatísticas à parte, a dupla é mais do que líder no mercado fonográfico e se consagrou _ por crítica e público_ no território cinematográfico.

    Diz-se que na vida é preciso plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Bem, eles têm canções, filme, mais de um filho e de uma árvore plantada. E, agora, com gosto de cenas dos próximos capítulos, a trajetória dos dois é lançada no livro "Simplesmente Helena", para contar em palavras o que os números traduzem como sucesso desses meninos de Goiás. Ou melhor, destes meninos sem fronteiras.

    Serviço Zezé di Carmago & Luciano - Duas Horas de Sucesso
    Realização: TIME FOR FUN
    Local: Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro
    Site: www.credicardhall.com.br
    Telefones para informações: 2846-6010
    Venda a grupos: 2846-6166 / 6232
    Temporada: 04 e 05 de dezembro
    Horário: 22h
    Duração espetáculo: aproximadamente 1h30
    Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 14 anos; 14 anos e 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); 16 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)
    Capacidade: 3800 lugares
    Abertura da casa: 1h30 antes do espetáculo
    Co-Patrocínio: Citibank / Itaipava Premium
    Apoio: Samsung
    Seguradora Oficial: Allianz
    Estacionamento: terceirizado: R$ 25,00
    Acesso para deficientes
    Ar condicionado

    PREÇOS DE INGRESSOS

    NOS CAMAROTES NO SETOR I


    NORMAL                          R$ 180,00


    ½ ENTRADA                    R$ 90,00

    NOS CAMAROTES NO SETOR II


    NORMAL                          R$ 130,00


    ½ ENTRADA                    R$ 65,00

    NAS MESAS SETOR VIP


    NORMAL                          R$ 180,00


    ½ ENTRADA                    R$ 90,00

    NAS MESAS SETOR I


    NORMAL                          R$ 140,00


    ½ ENTRADA                    R$ 70,00

    NAS MESAS SETOR II


    NORMAL                          R$ 100,00


    ½ ENTRADA                    R$ 50,00

    NAS POLTRONAS SETOR I


    NORMAL                          R$ 100,00


    ½ ENTRADA                    R$ 50,00

    NAS POLTRONAS SETOR II


    NORMAL                          R$ 80,00


    ½ ENTRADA                    R$ 40,00

    NA PLATÉIA SUPERIOR


    NORMAL                          R$ 60,00


    ½ ENTRADA                    R$ 30,00



    - Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário.

    - Para clientes do banco CITIBANK, CREDICARD e DINERS a venda antecipada e exclusiva dos ingressos será de 07 dias.

    - Ingressos promocionais destinados aos clientes CITIBANK, CREDICARD e DINERS que efetuarem compra, serão vendidos com 25% de desconto, todos os dias, na quantidade máxima estipulada de 10% da capacidade da casa por setor.

    LOCAL DE VENDA - SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA

    Credicard Hall - diariamente, das 12h às 20h - Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro



    LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA

    Pontos de venda no link: www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm

    Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - (11) 2846-6000 ou 0300 789 6846, das 9h às 21h - segunda a sábado.

    Pela Internet: www.ticketmaster.com.br (entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega)

    Formas de Pagamento:

    Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.

     

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