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    Não tão puro assim: Café brasileiro possui impurezas em sua composição

    Pesquisa da Embrapa descobre impurezas no café brasileiro

    Por Emanuellen Trizi | 07 de Setembro 2013 - Publicado em 05 Setembro 2013


    Aquele cafézinho puro que você pede no café da manhã pode não ser tão puro assim. Uma pesquisa recente da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, detectou impurezas no café brasileiro. Através de uma nova tecnologia desenvolida pela instituição, o teste consegue identificar todas as substâncias contidas no pó de café, até mesmo o que não é café.

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    Segundo a ABIC, Associação Brasileira da Indústria do Café, a regra determina aceitável apenas 1% de impurezas no café e essas devem ser da própria planta, como o caule ou cascas dos grãos. Entretanto, as substâncias impuras encontradas em 95% das amostram não são desse material.

    Os principais ingredientes encontrados na adulteração foram cevada e milho. A Embrapa pesquisou 12 amostras de marcas de café encontrados facilmente no mercado. Dessas, em 95% das amostras foram identificados adulteração e desse total, 30% tinha mais de 1% de impurezas.

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    Além de modificar o sabor da bebida, essa adulteração, é claro, é vantajosa para o bolso do produtor. Isso por que uma saca de 60 quilos de café custa aproximadamente R$ 300. Já uma saca de milho com o mesmo peso, custa R$ 20.

    A ABIC já possui há mais de 20 anos um selo de pureza que analisa cerca de três mil amostras de café por ano. Mesmo assim o Ministério da Agricultura criou um grupo de trabalho para propor um sistema de medição da qualidade do café.

     

     
     
     

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