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    Ana Lee faz show do CD Minha Ciranda

    Ana Lee faz show na Fnac Paulista dia 12 de março. Confira!

    Por Tambores Comunicações  | 09 de Março 2010 - Publicado em 08 Março 2010


    A cantora Ana Lee continua temporada de shows de lançamento do seu segundo CD, Minha Ciranda (www.luamusic.com.br). ‘E na canção estou inteira/ A voz que espraia e cheira/ Ahahahahahahahahahah/ Tão bom’. Esse é um trecho da música que abre o disco e define bem o espírito que rege o trabalho da intérprete de voz considerada cristalina e intensa.


    Minha Ciranda, que tem co-produção de Roberto Gava, é também fruto amadurecido de trabalho de Ana Lee com os violonistas Brau Mendonça e Ozias Stafuzza (O Zi). O trio forma um núcleo orgânico que propicia esse amálgama de sons e ao qual se agregam poetas, compositores, músicos e arranjadores. Entre eles, Itamar Vidal (clarinete e clarone) que contribui com arranjos e arregimentação de músicos, Ramiro Marques (do quarteto Saxofonia) e Lincoln Antonio (piano, integrante de A Barca).
    A percussão, tem destaque com as presenças de Beto Sodré (Waris Dirie – canto somali e Verão), Ricardo Stuani (Verão e Minha Ciranda), André Magalhães (que atua também como baterista na maioria das faixas) e o cubano Fernando González (O amor e a rosa).

    Ana canta profissionalmente há 13 anos. O sobrenome Lee não tem ligação com o da roqueira Rita. O avô materno de Ana nasceu no Cantão (China), tinha o sobrenome Li mas quando mudou-se para os EUA adotou a grafia Lee. Tem tido sucesso também com o show para o público infanto-juvenil Cecília Meirelles para Crianças, para o qual musicou poemas de Cecília.
    Entre os parcerios do trabalho estão o poeta e editor paranaense Ricardo Corona (Zênite, Waris Dirie – canto somali), Floriano Martins (A estrada diz assim), Mário Montaut (Cereja) e Alexandre Lemos (Todo e Esses Tempos). Ana musicou Emily Dickinson (Como se o mar se abrisse) e ganhou de Gutemberg Guarabyra, Nós nos amaremos (Chão de setembro) no qual o compositor mostra sua veia romântica. Um dos detalhes desse disco, é que muitas músicas falam de água. Não foi proposital mas Ana gostou de que ficasse assim.

     

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