
Boteco São Bento tem ares típicos paulistanos na Vila Madalena
Boteco São Bento tem ares típicos paulistanos na Vila Madalena
Por Divulgação |
09 de abril 2007
A esquina das ruas Apiscuelta e Mourato Coelho, no coração da Vila Madalena, reserva um quê de São Paulo do início do século. É o Boteco São Bento, comandado por Ronaldo Camelo, também proprietário do bar Dona Flor, em Moema. Peças de lingüiças e salames penduradas; geladeiras azul-calcinha com vitrines que exibem frios, azeitonas e outros tira-gostos, dão o tom da casa.
Mas o grande diferencial está no que de melhor um boteco pode oferecer: o chope. Em parceria com a Kaiser e a Refriarc, uma empresa de refrigeração, o Boteco São Bento desenvolveu um equipamento inédito para gelar o chope. A máquina é uma adaptação de um potente sistema de refrigeração industrial. Para se ter idéia, se todas as torneiras do equipamento ficarem ligadas por uma hora, o chope sai na mesma temperatura, do início ao fim. Traduzindo: mesmo com o bar lotado e chope sendo servido a todo tempo, a bebida sempre estará estupidamente gelada.
O líquido passa pelo equipamento e vai dar numa chopeira de cobre com seis bicos, feita exclusivamente para o bar. As marcas oferecidas são o novo chope Sol, Heineken, Kaiser e Xingu.
Cardápio
O menu desenvolvido pela chef consultora Maya Midori Tsuji, traz receitas típicas paulistanas como o virado paulista (feito com feijão mulatinho, calabresa, farinha de mandioca) e o cuscuz paulista (com pedacinhos de camarão, ervilha, ovo, salsa, louro e caldo de peixe). O que se dirá do generoso sanduíche de mortadela no pão francês, incrementando com peito de peru, presunto e queijo, que faz lembrar o saboroso e tradicional pão com mortadela do Mercado Municipal, no centro de São Paulo. Dos doces mais que conhecidos por quem habita esta cidade, vale citar o bolinho de chuva, deliciosamente recheado com banana. Da cozinha ainda saem todos os usuais petiscos que se espera encontrar num boteco: carne seca, mandioca, batata e pastel frito, além de pratos quentes como massas e risotos.
O Boteco São Bento também abre para almoço de segunda a sexta, das 12h às 15h. O sistema é buffet (R$19,90 - com serviço e bebidas à parte) com opções de pratos quentes, grelhados e saladas. Preparados em poucos minutos numa chapa especial que conserva os nutrientes e realça o sabor dos alimentos, os grelhados são o destaque do almoço. E nos finais de semana e feriados, o bar abre para almoço, a partir das 12h, com serviço à la carte.
Arquitetura
No projeto arquitetônico, executado por Otávio de Sanctis, os traços da cidade são ainda mais evidentes. As influências vêm, mais especificamente, da São Paulo de 1910 a 1930. A fachada da casa é marcada por uma estrutura de metal arqueada em tons de marrom enferrujado, uma referência à Estação da Luz, relíquia histórica e arquitetônica de São Paulo, assim como o Mosteiro São Bento, marco zero da cidade, que inspirou o nome do boteco. A iluminação externa lembra postes de luz antigos.
A varanda que circunda a casa equivale a mais da metade de toda a área e é coberta por um toldo retrátil, feito para passar a maioria do tempo aberto. A idéia é que se pareça a um carramachão, jeito arcaico de se chamar um pergolado coberto por plantas. Para isso, o espaço foi salpicado por vasos de videiras. As mesas da varanda e do salão principal são de madeira com tampo de mármore, também característica dos botecos paulistanos de ontem. O bar de sete metros de comprimento percorre quase todo o salão. Acima dele, ficam as prateleiras com artigos de mercearia. À esquerda, há uma área com toldo retrátil. Ali, fica um móvel para a aparelhagem de som, incluindo equipamentos de DJs, que irão tocar na casa todos os dias. Palmeiras imperiais fazem sombra para as mesas espalhadas na calçada e enfatizam o clima de boteco a céu aberto.
Boteco São Bento
Rua Mourato Coelho, 1060, Vila Madalena. Tel.: (11) 3044-2624 / (11) 3819-1207
Mas o grande diferencial está no que de melhor um boteco pode oferecer: o chope. Em parceria com a Kaiser e a Refriarc, uma empresa de refrigeração, o Boteco São Bento desenvolveu um equipamento inédito para gelar o chope. A máquina é uma adaptação de um potente sistema de refrigeração industrial. Para se ter idéia, se todas as torneiras do equipamento ficarem ligadas por uma hora, o chope sai na mesma temperatura, do início ao fim. Traduzindo: mesmo com o bar lotado e chope sendo servido a todo tempo, a bebida sempre estará estupidamente gelada.
O líquido passa pelo equipamento e vai dar numa chopeira de cobre com seis bicos, feita exclusivamente para o bar. As marcas oferecidas são o novo chope Sol, Heineken, Kaiser e Xingu.
Cardápio
O menu desenvolvido pela chef consultora Maya Midori Tsuji, traz receitas típicas paulistanas como o virado paulista (feito com feijão mulatinho, calabresa, farinha de mandioca) e o cuscuz paulista (com pedacinhos de camarão, ervilha, ovo, salsa, louro e caldo de peixe). O que se dirá do generoso sanduíche de mortadela no pão francês, incrementando com peito de peru, presunto e queijo, que faz lembrar o saboroso e tradicional pão com mortadela do Mercado Municipal, no centro de São Paulo. Dos doces mais que conhecidos por quem habita esta cidade, vale citar o bolinho de chuva, deliciosamente recheado com banana. Da cozinha ainda saem todos os usuais petiscos que se espera encontrar num boteco: carne seca, mandioca, batata e pastel frito, além de pratos quentes como massas e risotos.
O Boteco São Bento também abre para almoço de segunda a sexta, das 12h às 15h. O sistema é buffet (R$19,90 - com serviço e bebidas à parte) com opções de pratos quentes, grelhados e saladas. Preparados em poucos minutos numa chapa especial que conserva os nutrientes e realça o sabor dos alimentos, os grelhados são o destaque do almoço. E nos finais de semana e feriados, o bar abre para almoço, a partir das 12h, com serviço à la carte.
Arquitetura
No projeto arquitetônico, executado por Otávio de Sanctis, os traços da cidade são ainda mais evidentes. As influências vêm, mais especificamente, da São Paulo de 1910 a 1930. A fachada da casa é marcada por uma estrutura de metal arqueada em tons de marrom enferrujado, uma referência à Estação da Luz, relíquia histórica e arquitetônica de São Paulo, assim como o Mosteiro São Bento, marco zero da cidade, que inspirou o nome do boteco. A iluminação externa lembra postes de luz antigos.
A varanda que circunda a casa equivale a mais da metade de toda a área e é coberta por um toldo retrátil, feito para passar a maioria do tempo aberto. A idéia é que se pareça a um carramachão, jeito arcaico de se chamar um pergolado coberto por plantas. Para isso, o espaço foi salpicado por vasos de videiras. As mesas da varanda e do salão principal são de madeira com tampo de mármore, também característica dos botecos paulistanos de ontem. O bar de sete metros de comprimento percorre quase todo o salão. Acima dele, ficam as prateleiras com artigos de mercearia. À esquerda, há uma área com toldo retrátil. Ali, fica um móvel para a aparelhagem de som, incluindo equipamentos de DJs, que irão tocar na casa todos os dias. Palmeiras imperiais fazem sombra para as mesas espalhadas na calçada e enfatizam o clima de boteco a céu aberto.
Boteco São Bento
Rua Mourato Coelho, 1060, Vila Madalena. Tel.: (11) 3044-2624 / (11) 3819-1207











