
Coca-Cola Brasil mostra compromisso com meio ambiente e responsabilidade social
Coca-Cola Brasil mostra compromisso com meio ambiente e responsabilidade social
Por Rodrigo Mourão |
07 de junho 2005
A Coca-Cola Brasil é um dos apoiadores e participantes da Conferência Internacional Empresas e Responsabilidade Social, do Instituto Ethos. No estande da empresa, que terá como tema a reciclagem de materiais, os visitantes poderão conhecer as diversas aplicações possíveis para o PET reciclado, que podem variar entre tecidos, vassouras, cordas, tapetes e travesseiros, tintas e esmaltes, além de ganhar camisas de PET reciclado da Coca-Cola e receber folhetos sobre os programas ambientais da empresa. O evento acontece entre 7 e 10 de junho, durante a Semana do Meio Ambiente, no Hotel Transamérica, em São Paulo.
Consciente da necessidade da utilização responsável e da conservação de recursos naturais por indivíduos e instituições, o Sistema Coca-Cola Brasil tem longa tradição em atividades ligadas à preservação do meio ambiente, entre as quais destacam-se os programas Reciclou, Ganhou e Água Limpa. Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Coca-Cola Brasil divulgou seus resultados na área do meio ambiente. Para a Coca-Cola, tão importante quanto garantir o sucesso de suas operações é garantir o desenvolvimento sustentável e a conservação dos recursos naturais necessários para o negócio, que são finitos e partilhados com todos. A Coca-Cola considera muito importante que a sua atuação em uma comunidade tenha impactos positivos em sua economia, gerando empregos e oportunidades para a população e o mínimo impacto ecológico.
Melhoria da reciclagem
Na área do meio ambiente, um outro programa de destaque é o "Reciclou, Ganhou", criado em 1996 pela Coca-Cola com o objetivo de promover a coleta e a reciclagem de materiais. Desta forma, além de colaborar com a preservação do meio ambiente, estimula a criação de emprego e renda entre a população mais carente. Desde o início, o "Reciclou, Ganhou" promoveu a reciclagem de 171 milhões de embalagens, sendo 26 milhões de garrafas PET, 133 milhões de latas de alumínio, 7 milhões de latas de aço e 4 milhões de caixas TetraPak, totalizando 3,6 mil toneladas de material reciclado. O "Reciclou, Ganhou" funciona a partir de parcerias da Coca-Cola, dos fabricantes e de mais de 4 mil instituições (cooperativas de catadores, escolas, associação de moradores e igrejas. Dez cooperativas de catadores, com capacidade de processamento total de quase 800 toneladas de material/mês, trabalham com o "Reciclou, Ganhou". O Brasil, hoje, recicla cerca de 90% das latas de alumínio colocadas no mercado. Já a reciclagem do PET está aumentando ano a ano. Segundo dados da ABIPET, em 2004, 48% das garrafas de PET, ou 173 mil toneladas foram recicladas, um dos índices mais altos do mundo. Isto deve-se, principalmente, ao trabalho, das cooperativas de coleta seletiva e de uma indústria recicladora eficiente e inovadora. Este é um número expressivo e resulta da valorização da resina reciclada. Atualmente, 1 tonelada de PET prensado é vendida pelas cooperativas entre R$ 1.000 a R$ 1.200, o que estimula a cadeia do negócio. Com o incentivo à coleta seletiva e a maior conscientização entre consumidores, a tendência de aumento da reciclagem do PET deve se manter nos próximos anos. Também pode contribuir muito para esta valorização a separação do PET e outros materiais pelo próprio consumidor, permitindo obter uma matéria prima mais limpa e reduzindo os custos de processamento. Em 1992, a Coca-Cola foi uma das fundadoras do CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem, uma associação dedicada à promoção da reciclagem e mantida por algumas das maiores empresas do país em vários setores. O Cempre trabalha para conscientizar a sociedade sobre a importância da redução, reutilização e reciclagem de lixo através de publicações, pesquisas técnicas, seminários e bancos de dados. Os programas de conscientização são dirigidos principalmente para formadores de opinião, tais como prefeitos, diretores de empresas, acadêmicos e organizações não-governamentais.
Economia de água
Em 2004, a média de consumo de água para cada litro de bebida produzido pelo Sistema Coca-Cola Brasil foi de 2,34 litros, em comparação com os 2,44 litros em 2003. Há 10 anos, o consumo de água na Coca-Cola Brasil era de 5,4 litros/litro de bebida. O índice brasileiro é menor que a média mundial da Coca-Cola, de 2,70 litros/litro de bebida (2004). O consumo de água da indústria de bebidas não-alcoólicas no mundo é de 3,99 litros/litro de bebida (2003). A associação de diversas medidas para economia de água garante integridade absoluta do produto, continuidade de fornecimento e redução de custos de fabricação. A melhoria no desempenho do Sistema resultou de investimentos realizados pela Coca-Cola Brasil e os 18 grupos fabricantes com o objetivo de otimizar a utilização da água, um insumo básico do setor. A adoção de medidas de conservação e reaproveitamento de água e de tratamento de efluentes, medidas do Água Limpa, seguiram determinações do eKOsystem - Sistema de Gestão Ambiental da Coca-Cola. Os fabricantes da Coca-Cola concentraram seus esforços na reutilização da água em diversas etapas da linha de produção, tendo como ferramenta principal as Estações de Tratamento de Água. Algumas fábricas do Sistema Coca-Cola Brasil apresentam consumo na faixa de 1,45 litro para cada litro de bebida. Para esses, reduzir ainda mais o consumo de água representa um grande desafio a ser vencido. A forma de economia que resta está na captação, deixando de usar apenas água de fornecimento público e partindo para a captação em fontes não convencionais, como a água de chuva. Alguns fabricantes estão iniciando estudos para adotar sistema de captação de água da chuva para utilização em atividades como limpeza de veículos e jardinagem.
Energia e emissões da frota de veículos
O consumo de energia pelas fábricas da Coca-Cola no Brasil, um outro importante indicador ambiental, também apresenta média melhor que a da Coca-Cola no mundo, ficando em 0,35 MJ/litro de bebida no Brasil (2004), contra 0,52 MJ no mundo (2004). A Operação Qualidade do Ar, criada em 1996 para reduzir a emissão de gases da frota de caminhões, já gerou uma economia anual de 10 milhões de litros de combustível, equivalente a cerca de R$ 13 milhões, e diminuiu significativamente a liberação de poluentes na atmosfera.
Co-geração de energia e uso do biodiesel
Na área de projetos pioneiros, o Sistema Coca-Cola Brasil coleciona a experiência da fábrica de Jundiaí (SP), que implementou sistema de co-geração de energia a partir do gás natural, o uso de mistura combustível com 5% de biodiesel de mamona e de soja em 140 caminhões da frota da fábrica de Ribeirão Preto (SP) e a utilização de células de hidrogênio, com emissão zero de poluentes, em caminhões da frota do Rio de Janeiro.
Restaurante Comunitário Prato Popular
A Coca-Cola Brasil, em parceria com fabricantes, outras empresas privadas e poderes públicos municipais e estaduais, já inaugurou dez Restaurantes Comunitários Prato Popular que servem, cada um, pelo menos trezentas refeições diárias a R$ 1 para a população carente das regiões metropolitanas.
Consciente da necessidade da utilização responsável e da conservação de recursos naturais por indivíduos e instituições, o Sistema Coca-Cola Brasil tem longa tradição em atividades ligadas à preservação do meio ambiente, entre as quais destacam-se os programas Reciclou, Ganhou e Água Limpa. Neste 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a Coca-Cola Brasil divulgou seus resultados na área do meio ambiente. Para a Coca-Cola, tão importante quanto garantir o sucesso de suas operações é garantir o desenvolvimento sustentável e a conservação dos recursos naturais necessários para o negócio, que são finitos e partilhados com todos. A Coca-Cola considera muito importante que a sua atuação em uma comunidade tenha impactos positivos em sua economia, gerando empregos e oportunidades para a população e o mínimo impacto ecológico.
Melhoria da reciclagem
Na área do meio ambiente, um outro programa de destaque é o "Reciclou, Ganhou", criado em 1996 pela Coca-Cola com o objetivo de promover a coleta e a reciclagem de materiais. Desta forma, além de colaborar com a preservação do meio ambiente, estimula a criação de emprego e renda entre a população mais carente. Desde o início, o "Reciclou, Ganhou" promoveu a reciclagem de 171 milhões de embalagens, sendo 26 milhões de garrafas PET, 133 milhões de latas de alumínio, 7 milhões de latas de aço e 4 milhões de caixas TetraPak, totalizando 3,6 mil toneladas de material reciclado. O "Reciclou, Ganhou" funciona a partir de parcerias da Coca-Cola, dos fabricantes e de mais de 4 mil instituições (cooperativas de catadores, escolas, associação de moradores e igrejas. Dez cooperativas de catadores, com capacidade de processamento total de quase 800 toneladas de material/mês, trabalham com o "Reciclou, Ganhou". O Brasil, hoje, recicla cerca de 90% das latas de alumínio colocadas no mercado. Já a reciclagem do PET está aumentando ano a ano. Segundo dados da ABIPET, em 2004, 48% das garrafas de PET, ou 173 mil toneladas foram recicladas, um dos índices mais altos do mundo. Isto deve-se, principalmente, ao trabalho, das cooperativas de coleta seletiva e de uma indústria recicladora eficiente e inovadora. Este é um número expressivo e resulta da valorização da resina reciclada. Atualmente, 1 tonelada de PET prensado é vendida pelas cooperativas entre R$ 1.000 a R$ 1.200, o que estimula a cadeia do negócio. Com o incentivo à coleta seletiva e a maior conscientização entre consumidores, a tendência de aumento da reciclagem do PET deve se manter nos próximos anos. Também pode contribuir muito para esta valorização a separação do PET e outros materiais pelo próprio consumidor, permitindo obter uma matéria prima mais limpa e reduzindo os custos de processamento. Em 1992, a Coca-Cola foi uma das fundadoras do CEMPRE - Compromisso Empresarial para Reciclagem, uma associação dedicada à promoção da reciclagem e mantida por algumas das maiores empresas do país em vários setores. O Cempre trabalha para conscientizar a sociedade sobre a importância da redução, reutilização e reciclagem de lixo através de publicações, pesquisas técnicas, seminários e bancos de dados. Os programas de conscientização são dirigidos principalmente para formadores de opinião, tais como prefeitos, diretores de empresas, acadêmicos e organizações não-governamentais.
Economia de água
Em 2004, a média de consumo de água para cada litro de bebida produzido pelo Sistema Coca-Cola Brasil foi de 2,34 litros, em comparação com os 2,44 litros em 2003. Há 10 anos, o consumo de água na Coca-Cola Brasil era de 5,4 litros/litro de bebida. O índice brasileiro é menor que a média mundial da Coca-Cola, de 2,70 litros/litro de bebida (2004). O consumo de água da indústria de bebidas não-alcoólicas no mundo é de 3,99 litros/litro de bebida (2003). A associação de diversas medidas para economia de água garante integridade absoluta do produto, continuidade de fornecimento e redução de custos de fabricação. A melhoria no desempenho do Sistema resultou de investimentos realizados pela Coca-Cola Brasil e os 18 grupos fabricantes com o objetivo de otimizar a utilização da água, um insumo básico do setor. A adoção de medidas de conservação e reaproveitamento de água e de tratamento de efluentes, medidas do Água Limpa, seguiram determinações do eKOsystem - Sistema de Gestão Ambiental da Coca-Cola. Os fabricantes da Coca-Cola concentraram seus esforços na reutilização da água em diversas etapas da linha de produção, tendo como ferramenta principal as Estações de Tratamento de Água. Algumas fábricas do Sistema Coca-Cola Brasil apresentam consumo na faixa de 1,45 litro para cada litro de bebida. Para esses, reduzir ainda mais o consumo de água representa um grande desafio a ser vencido. A forma de economia que resta está na captação, deixando de usar apenas água de fornecimento público e partindo para a captação em fontes não convencionais, como a água de chuva. Alguns fabricantes estão iniciando estudos para adotar sistema de captação de água da chuva para utilização em atividades como limpeza de veículos e jardinagem.
Energia e emissões da frota de veículos
O consumo de energia pelas fábricas da Coca-Cola no Brasil, um outro importante indicador ambiental, também apresenta média melhor que a da Coca-Cola no mundo, ficando em 0,35 MJ/litro de bebida no Brasil (2004), contra 0,52 MJ no mundo (2004). A Operação Qualidade do Ar, criada em 1996 para reduzir a emissão de gases da frota de caminhões, já gerou uma economia anual de 10 milhões de litros de combustível, equivalente a cerca de R$ 13 milhões, e diminuiu significativamente a liberação de poluentes na atmosfera.
Co-geração de energia e uso do biodiesel
Na área de projetos pioneiros, o Sistema Coca-Cola Brasil coleciona a experiência da fábrica de Jundiaí (SP), que implementou sistema de co-geração de energia a partir do gás natural, o uso de mistura combustível com 5% de biodiesel de mamona e de soja em 140 caminhões da frota da fábrica de Ribeirão Preto (SP) e a utilização de células de hidrogênio, com emissão zero de poluentes, em caminhões da frota do Rio de Janeiro.
Restaurante Comunitário Prato Popular
A Coca-Cola Brasil, em parceria com fabricantes, outras empresas privadas e poderes públicos municipais e estaduais, já inaugurou dez Restaurantes Comunitários Prato Popular que servem, cada um, pelo menos trezentas refeições diárias a R$ 1 para a população carente das regiões metropolitanas.











