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O queridinho dos botecos, 18 de maio é o Dia Nacional da Coxinha

O queridinho dos botecos, 18 de maio é o Dia Nacional da Coxinha

A paixão nacional servida em forma de salgado

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O Dia da Coxinha é comemorado em 18 de maio e, basta uma rápida pesquisa na internet ou uma volta pelos balcões do país para entender o motivo de tanta celebração. Protagonista absoluta nas mesas de bar, a coxinha é um dos salgados mais práticos, democráticos e deliciosos do Brasil. Mas você sabia que essa paixão nacional tem registros históricos que remontam ao século XIX? Para explicar o seu surgimento, existem duas vertentes: uma lenda nobre e uma explicação industrial.

A lenda da Fazenda Morro Azul

A história popular mais contada e charmosa diz que o salgado foi criado na Fazenda Morro Azul, em Limeira, no interior paulista. Segundo o mito, o filho da Princesa Isabel e do Conde d'Eu era extremamente exigente com a alimentação e só comia coxas de frango. Certo dia, percebendo que a iguaria havia faltado na cozinha, a cozinheira da fazenda teve uma ideia genial: desfiou outras partes da ave, envolveu-as em uma massa de batata e moldou o salgado no formato exato da peça favorita do menino. O sucesso teria sido tão grande que a receita logo conquistou a corte.

O lanche das portas de fábrica

Por outro lado, pesquisadores e historiadores da área gastronômica apontam que a coxinha surgiu, na verdade, durante o forte processo de industrialização da Grande São Paulo. O salgado foi inventado como uma alternativa mais barata, prática e durável do que a própria coxa de galinha frita (que estragava mais rápido e era vendida com osso). Assim, ela se transformou no lanche rápido perfeito para ser comercializado nas portas das fábricas, alimentando a classe operária paulistana.

Do clássico ao inovador: A evolução do recheio

Embora a receita tradicional de frango desfiado — acompanhada ou não pelo clássico requeijão cremoso — continue sendo a campeã de pedidos, a coxinha se reinventou ao longo dos anos. Hoje, os botecos e restaurantes apostam na criatividade para fisgar o cliente pelo estômago. É possível encontrar versões que vão desde massa de mandioca e recheio de costela bovina, até opções vegetarianas (como jaca louca e palmito) e releituras doces para a sobremesa.

Onde celebrar?

Para comemorar a data em grande estilo, a BaresSP separou alguns estabelecimentos selecionados onde você pode encontrar essa iguaria frita na hora, com casquinha crocante e recheio bem temperado. Confira a lista a seguir e escolha a sua parada obrigatória para o happy hour!
 
Zena: Localizado nos Jardins, em um ambiente que remete às vilas da região da Ligúria, na Itália, o Zena Cucina aposta em pratos pensados para compartilhar. Entre os destaques está a porção de “Coxinhas” di maiale (R$ 47, cinco unidades), releitura do clássico brasileiro, criada pelo chef Carlos Bertolazzi. A receita, um dos hits de sucesso do restaurante, leva um toque de batata na massa e recheio de costelinha de porco cozida lentamente e desfiada. 
 
Coxinhas di maiale Zena - Créditos: Helena de Castro
 
Gael Cozinha Mestiça: Localizado na Rua Ferreira de Araújo, o Gael é a pedida certa para provar o combo completo. Para iniciar a refeição, a porção de coxinha segue receita clássica e frita na hora: com massa de batata e muito recheio de peito de frango desfiado e bem temperado (R$ 29, três unidades). Para a sobremesa, traz um pudim equilibrado e em tamanho individual (R$ 16), feito com leite condensado e calda de açúcar caramelizada. 
 
Coxinha do Gael - Créditos: Vitor K. Neves

 

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