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    Cervejaria Paulista recebe a nostalgia da Jovem Guarda pela voz de Martinha, o Queijinho de Minas

    Cervejaria Paulista recebe a nostalgia da Jovem Guarda pela voz de Martinha, o "Queijinho de Minas"

    Por Fernando Guimarães | 25 de Setembro 2008 - Publicado em 25 Setembro 2008


    Um dos mais importantes movimentos musicais, a Jovem Guarda rompeu convenções, transformou uma geração e abriu caminho para novas formas de expressão. Por força da mídia, colocou a música Pop brasileira em sintonia com o fenômeno internacional do Rock, deu origem a uma nova linguagem musical e mexeu completamente com os padrões de comportamento e moda da juventude.

    Quatro programas foram responsáveis pelo grande sucesso e popularidade do movimento. São eles o Programa Jovem Guarda e O Príncipe, comandados por Ronnie Von, O Bom, por Eduardo Araújo e Sylvinha, e Os Incríveis, pelo conjunto Os Incríveis.

    Os jovens artistas que participaram do movimento seguiram suas carreiras e continuam atuando até hoje, sempre com muito sucesso.

    Com a diversidade de estilos e ritmos que marcam a música Pop brasileira nos dias atuais, a Jovem Guarda não tem encontrado espaço para shows, tornando órfãos seus inúmeros fãs.

    Com o intuito de resgatar o calor e a espontaneidade desses programas e abrir espaço para shows do gênero, preenchendo uma lacuna no mercado de entretenimento, a ShowSete e a Cervejaria Paulista estão lançando o projeto 'Noites da Jovem Guarda', que trará os mais expressivos nomes do movimento, começando pela cantora e compositora Martinha.

    Sobre Martinha

    Martha Vieira Figueiredo Cunha, artista nata. O caminho das artes começou a ser trilhado aos quatro anos de idade, quando estudou piano em um conservatório de sua cidade natal, Belo Horizonte. Filha de pai boêmio ligado à música e mãe locutora, Martinha começou a escrever cedo. Com grande intimidade pelo violão, passou a musicar seus próprios versos. Buscando aperfeiçoar seus conhecimentos, logo aprendeu a tocar outros instrumentos, como guitarra e órgão. A timidez fazia com que seu talento não ultrapassasse o circuito doméstico, extrapolado somente em pequenas reuniões com amigos do prédio em que residia, entre eles, na época, Milton Nascimento e Lô Borges. As reuniões aconteciam em sua casa por um único motivo: o piano, interesse comum a todos. Estudante aplicada, queria ser médica e se preparava para o vestibular quando seu ídolo Roberto Carlos, em agosto de 1965, estreou o programa Jovem Guarda, programa que, em Belo Horizonte, era transmitido em videoteipe.

    Decidida a fazer parte daquele movimento, Martinha assumiu seu talento e, no mesmo ano, quando Roberto Carlos se apresentou em Belo Horizonte, por intermédio de um divulgador do artista, Dona Ruth, sua mãe, conseguiu marcar um encontro para que Roberto a ouvisse. Depois de ouvi-la, Roberto imediatamente a convidou para ir a São Paulo e se apresentar no Jovem Guarda. As portas dos sonhos se abriram para a realidade. Já com o apelido consagrado – O Queijinho de Minas – dado por Roberto, Martinha experimentou a fama tão logo pisou o palco do Teatro Record, cantando "Barra Limpa", uma canção de sua autoria, dedicada ao ídolo. Naquela mesma tarde, saindo do teatro, já dava autógrafos. Sua luta estava apenas começando. Martinha passou semanas fazendo o trecho Belo Horizonte/São Paulo de trem, para se apresentar no programa, até que se transferiu para São Paulo.

    Dona de uma voz personalíssima, facilmente identificável e um enorme talento como compositora, em pouco tempo Martinha tornou-se um novo ídolo feminino.

    Serviço

    Cervejaria Paulista
    Rua Serra de Bragança, 505 - Tatuapé - São Paulo, SP
    Tel.: (11) 2098-0533

    Data: 30 de setembro de 2008
    Horário: 20h

    Preço: R$ 35

     

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