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    Museu do Café

    Conheça mais sobre o museu que conta toda a história do café

    Por Michelly Lelis | 23 de Abril 2020 - Publicado em 23 Abril 2020


    Instalado na cidade de Santos, o Museu do Café é uma ótima opção de passeio para as pessoas que desejam conhecer mais sobre a bebida e a sua importância histórica e econômica para o Brasil. O lugar reúne tradição, arquitetura, história, sabores e aromas em um prédio de estilo eclético. Inaugurado em 1998, o museu proporciona uma experiência de variadas sensações, que vão desde o início do cultivo do grão até a consolidação do café como um dos símbolos nacionais. O museu apresenta exposições permanentes e temporários, obras de arte, mobiliária e época, loja temática e, claro, uma cafeteria que serve os melhores grãos de café, desde o mais caro e raro do país. O antigo palácio da Bolsa Oficial de Café tem como destaque o Salão do Pregão, local que até 1950 eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café. Confira mais sobre o Museu do Café:
     

    Bolsa Oficial do Café

    Como dito, o Museu do Café está instalado no edifício que funcionava a Bolsa Oficial de Café. No local acontecia as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café. A sua inauguração, em 1922, foi um grande evento devido a sua arquitetura e decoração que impressionaram todos da época – e até os dias atuais -, além de ser construído depois de um alta demanda do volume das negociações. A arquitetura do prédio é uma mescla do barroco ao neoclássico e outros estilos, no qual conquistou os títulos de patrimônio histórico e artístico em esfera estadual e, posteriormente, nacional. A Torre do Relógio é um dos seus principais destaques externos, com 40 metros de altura e esculturas representando os navegantes, a agricultura, a indústria e o comércio. 
     

    Salão do Pregão do Museu do Café

    O espaço era reservado para a realização de negociações que fixavam as cotações diárias das sacas de café. Com mais de 150 itens, dentre eles 81 cadeiras e mesas em imbuia sobre um estrado de jacarandá. O piso possui desenhos geométricos, com mármores da Grécia, Espanha e Itália, com destaque para a estrela de Davi, elemento de referência maçônica. Outro atrativo neste salão são as pinturas do artista Benedito Calixto, que retratam os momentos de mais destaque de Santos e seu porto, como “O Porto de Santos em 1822”, “A Fundação da Vila de Santos – 1545”, “O Porto e Santos em 1922” e o vitral “A Epopeia dos Bandeirantes”. Além disso, o mobiliário em estilo art noveau, representa a hierarquia da antiga bolsa: 11 cadeiras principais destinadas ao presidente, ao centro, e aos secretários, ao lado, e as outras 70 ao redor, aos corredores. Produtores e exportadores assistiam às sessões no mezanino.
     
    Salão do Pregão do Museu do Café
     

    Exposição permanente no Museu do Café

    A exposição “A trajetória do café no Brasil” é permanente no Museu do Café. As obras mostram a relação entre a cafeicultura e o desenvolvimento do Brasil. A exposição se encontra no primeiro andar e é dividida em módulos: “O café e o trabalho”; “Colheita”; e “Beneficiamento”, no qual apresentam a chegada das primeiras mudas da planta ao país, bem como os imigrantes japoneses e europeus trabalhando nas lavouras. Todo esse procedimento, da riqueza ao progresso impulsionados pelo café, são ilustrados através de painéis e maquetes, como também a expansão da malha ferroviária no Estado de São Paulo e o desenvolvimento do porto santista.
     
    Há também a exposição “Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte”. Inaugurada em dezembro de 2014, a exposição é dividida em quatro módulos: “Da planta à xícara”; “História do café”; “Praça de Santos”; e “Artes e ofícios”. O visitante pode observar o café a partir do olhar científico, histórico e arquitetônico, explorando a transversalidade de temas que ele possibilita. As obras são ilustradas a partir de objetos, imagens, vídeos e mapas que contextualizam as particularidades da produção e comércio do grão ao longo da história até os dias atuais. Algumas exposições podem ser vistas virtualmente através do site museudocafe.
     

    Torre do relógio do Museu do Café

    Como já mencionado, a Torre do Relógio possui cerca de 40 metros de altura – o dobro da altura do prédio – e está na Rua Tuiti. A torre possui quatro esculturas, que simbolizam a agricultura, comércio, indústria e os navegantes. O relógio suíço era responsável pela convocação para as sessões do pregão e até alterou a rotina da população, que antes contava com os sinais das igrejas para referência de tempo.
     
    Além deste destaque, há também o vitral de entrada, acima da porta principal de acesso do prédio. O pequeno vitral possui o símbolo dos “Estados Unidos do Brasil”, nome do país à época da inauguração do prédio e que permaneceu até 1967. Há, também, o Brasão das Armas do Brasil, composto de um ramo de café e um de fumo, as duas culturas mais importantes do país na Proclamação da República, em 1889.
     
    Exposição permanente no Museu do Café
     

    Cafeteria do Museu do Café

    Como uma parada obrigatória, a cafeteria do Museu possui um cardápio que não se limita ao tradicional expresso. Inaugurado em 2000, oferece diversas opções de bebidas quentes e geladas, drinks e doces à base de café, além de grãos das mais variadas regiões e produtoras, para saborear na hora ou levar para casa. A cafeteria é referência de qualidade na comercialização do produto, com fluxo diário de 600 pessoas e venda de aproximadamente 450 xícaras de café. A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) premiou a cafeteria com o status Premium, no programa de abrangência nacional Círculo do Café de Qualidade.
     
    Além disso, a cafeteria oferece ao cliente a opção de experimentar o Jacu Bird, grão produzido no Espírito Santo e que ocupa a segunda posição entre os cinco cafés mais curiosos do mundo, atrás apenas do Kopi Luwak, produzido na Ilha da Bali. Considerado o mais caro do país, o Jacu Bird é o único representante brasileiro dessa lista. A iguaria é retirada das fezes do jacu, que engole o grão inteiro, sem mastigá-lo. No estômago do pássaro, o café absorve ácidos e enzimas que garantem baixa acidez, amargor e doçura média à bebida, rica em notas de jasmim. A produção é autorizada pelo Ibama e o quilo chega a custar US$ 1.150,
     
    O Museu do Café também possui um acervo, o Centro de Informação e Documentação, com cerca de 500 livros, diversas publicações e centenas de documentos sobre o café e sua história, alguns datados de 1889.
     

    Museu do Café Informações

    Local: Rua XV de Novembro, nº 95 – Centro Histórico – Santos – São Paulo.
    Horário: Terça à sábado, das 09h às 17h; Domingos, das 10h às 17h.
    Ingressos: R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia-entrada). Aos sábados, a visitação é gratuita.

     

     
     
     

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