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    Jobim Jazz no Teatro Fecap

    Jobim Jazz no Teatro Fecap

    Por Natália Mestre | 01 de Novembro 2007 - Publicado em 01 Novembro 2007


    Focado nos arranjos de metais, o violonista e produtor musical Mario Adnet homenageia o genial Tom Jobim no espetáculo Jobim Jazz que apresenta entre 8 e 11 de novembro, de quinta a domingo, no Teatro FECAP.
    A cantora Mônica Salmaso faz uma participação especial no espetáculo da sexta, dia 9, interpretando duas canções de Tom, a rara Paulo Vôo Livre e a clássica Wave. Além disso, interpreta Desafinada, canção de Adnet e Cláudio Nucci em homenagem a Tom, gravada pela cantora Joyce em 1990.

    Mario Adnet (direção musical, arranjos, voz e violão) é acompanhado nesse show por um grupo de músicos extraordinários: Marcos Nimrichter (piano), Jorge Helder (baixo), Rafael Barata (bateria), Teco Cardoso (saxes barítono e alto, flautas), Ubaldo Versolato (clarinete, sax barítono e flautas), Eduardo Neves (sax tenor e flautas), Joana Adnet (clarinete) e Everson Moraes (euphonium e trombone).

    No show e no cd Jobim Jazz (lançado pela Adnet Musica), são cobertos cerca de 40 anos na obra de Jobim: do meio da década de 1950 até os anos 90. Há uma variada amostragem dos vários estilos compostos pelo maestro: samba, bolero, jazz, baião, frevo, choro e valsa.

    No repertório, clássicos do maestro, Só Danço Samba (parceria com Vinícius de Moraes, de 62), mas principalmente composições raras como o samba Domingo Sincopado (com Luiz Bonfá, de 56), Meninos Eu Vi (com Chico Buarque, da trilha do filme Para Viver Um Grande Amor, de Miguel Faria, 83) e Polo Pony, que faz parte do único filme musicado por Jobim no exterior, The Adventurers, dirigido por Lewis Gilbert em 1970.

    As outras músicas do show: Quebra pedra (1970, em inglês Stone Flower, título do quinto lp de Tom nos EUA), Sue Ann (1969, também da trilha de The Adventurers), Tema jazz (1970, do ábum Tide, única referência explícita a jazz na obra de Jobim), Rancho nas nuvens (composta para o disco Matita Perê, de 73), Surfboard (de 1965, inspirada por uma prancha de surf comprada para o filho Paulo em Los Angeles), Paulo Vôo Livre (de 83), Bate boca (composta com vagar, entre 80 e 90. Uma das últimas composições, nunca gravada por Tom), Frevo de Orfeu (composta por Tom e Vinicius de Moraes em 59 para o filme Orfeu Negro, de Marcel Camus. O único frevo de Tom), Valsa de Porto das Caixas (de 61, composta especialmente para o filme Porto das Caixas, de Paulo César Sarraceni, baseado no livro homônimo de Lúcio Cardoso. Gravada uma única vez no disco The Wonderful World of Antonio Carlos Jobim, de 65), Chansong (lançada no disco Passarim, de 87) e o medley Rhapsody in Blue/Samba do Avião (1924 e 1963, respectivamente, duas obras-primas dos geniais George gershwin e Antônio Carlos Jobim).

    “Procurei fugir do óbvio na escolha desse repertório. Como queria escrever para metais, fiz uma seleção de músicas que melhor se adequavam ao som dos sopros”, diz Mário Adnet. E completa, “esse trabalho é dedicado ao Tom, naturalmente, e também ao maestro Moacir Santos, falecido em agosto do ano passado exatamente no dia em que comecei a gravar o disco. Conviver com uma pessoa como Moacir, durante os cinco anos em que trabalhamos juntos, me rendeu, mais do que lições de música, excelentes lições de vida.”

    MARIO ADNET

    Compositor, arranjador e produtor carioca nascido em 1957. Em 1984 lançou seu primeiro disco solo Planeta Azul. Nos anos 90 passou a ser gravado no exterior. Tom Jobim incluiu em seu último disco, Antonio Brasileiro, o arranjo de Maracangalha feito por Adnet. Lançou seu CD Pedra Bonita, com a participação de Jobim, e excursionou pelo Japão com Lisa Ono.

    De 98 a 2001 fez uma série de entrevistas com músicos da MPB para O Globo. Em 1999 lançou o CD Para Gershwin e Jobim. Depois vieram Villa-Lobos-Coração Popular e o já clássico álbum duplo Ouro Negro dedicado à obra do maestro Moacir Santos.

    Entre 2001 e 2003 esteve no Japão trabalhando com a cantora Lisa Ono. Lançou em 2002 Rio Carioca Em 2003, o CD e o DVD Jobim Sinfônico, projeto de Mario Adnet e Paulo Jobim, Grammy latino de 2004 de CD clássico, e indicado ao Grammy americano em 2006.

    Em 2004 Adnet produziu o CD Michel Legrand interpreta Luiz Eça. Em 2005 produziu, os songbooks de Moacir Santos, o DVD Ouro Negro e o CD Choros & Alegria com obra inédita do maestro.

    Em 2006 gravou o seu primeiro album autoral para o mercado Americano – From the Heart - (Adnet Música/ Adventure Music) lançado em julho de 2006. Em 2007 gravou Jobim Jazz, considerado pela crítica um dos melhores discos do ano, e, por ele, recebeu o Prêmio TIM como melhor arranjador.

    Mais informações: www.marioadnet.com - www.adnetmusica.com


    MARIO ADNET apresenta JOBIM JAZZ no Teatro FECAP

    Local: Teatro Fecap Av. Liberdade, 532, tel. 3272-2277
    www.fecap.br
    Data: de 8 A 11 de novembro (quinta a domingo)
    Horários: quinta a sábado, 21h – domingo, 19h.
    Lotação: 400 lugares
    Duração: 90 minutos
    Preço: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia)
    Bilheteria: de terça a sábado, das 14h às 21h; domingo, das 14h às 19h, no próprio teatro.
    Internet: basta acessar o portal da FECAP (www.fecap.br) e acessar a página do Teatro.
    Central de Ingressos: através do telefone (11) 3188.4151 ou 3089.6999 – De segunda a sexta das 8h às 20h, sábado das 9h às 19h e domingo das 9h às 18h. (Cartão de Crédito: Master, Visa e Dinners).
    Pontos de Venda: Sampa Café (Rua Vieira de Morais, 851 - Campo Belo), Showtickets (Shopping Iguatemi - piso serviços) e Teatro Gazeta (Av. Paulista, 900).
    Estacionamento c/ manobrista: R$ 12,00
    Acesso para deficientes físicos
    Teatro: Ar condicionado e wine bar

     

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