St. Chico

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Categoria: Restaurantes, Padarias
Endereço: Rua Fernão Dias,461 - Pinheiros, São Paulo - SP - 05427011
E-mail: contato@stchico.com.br
Telefone: (011) 3031-5096
Facebook: https://www.facebook.com/stchicopadaria/
Instagram: st.chico
Site:
Horário: Segunda a sexta, das 07h30 às 20h
Sábado, das 08h às 13h

Lotação: 16
Serviços: Ar Condicionado, Acesso para Deficientes, Aceita Cartão, Aceita Ticket, Restaurante.

Ela não tem cozinha, mas tem fábrica aparente. Tem geladeiras e prateleiras com produtos escolhidos a dedo. Tem mesinhas para quem não resiste às tentações da atração principal: a vitrine de pães. A St. Chico poderia estar em Londres, Milão ou Paris, mas está em São Paulo, no Baixo Pinheiros. É, portanto, uma padaria, não uma butique e muito menos uma boulangerie.

Em seu DNA, a St. Chico guarda ingredientes brasileiros com savoir-faire francês, alma caipira com cara de mercadinho europeu. Ela reflete o nariz na farinha, a mão na massa que sai perfumada e lindamente alveolada, uma produção 100% caseira com insumos, maquinário e staff de qualidade. De quebra, traz um ambiente charmoso, pontuado por azulejos, madeira clara e detalhes em azul anil.

“A St. Chico se destaca pela simplicidade: o pão francês, cascudinho e crocantíssimo, com cheirinho mais adocicado e miolo denso, é o chamariz; a baguete é a assinatura. Seguimos receitas tradicionais: farinha, água, sal e nosso levain cheio de força, criado a partir de centeio, colherinha de mel e água”, explica a padeira, Helena Mil-Homens.

Na teoria, a oferta de itens fixos da padaria é enxuta: pão francês (R$ 15,50 o quilo), ciabatta (R$ 44 o quilo), brioche (R$ 3,80 a unidade), pão de campanha (R$ 44 o quilo), baguetes tradição e integral 100% (R$ 8,25 a unidade), pão ao levain (R$ 44 o quilo). Contudo, Helena salpica pitadas criativas a cada manhã: o pão de levain recebe cobertura de Nutella e amêndoas salgadas, a bisnaguinha recheio generoso de chocolate, o brioche uma versão folhada e, de repente, saem carolinas com crème pâtissière. Pão com manteiga e misto não arredam o pé dali. Nem a tartine de peito de peru.

Além disso, há um espaço de honra para suas focaccias de massa fofíssimas. “Precisava de uma opção de refeição leve e deliciosa como em qualquer biboca italiana. A focaccia é exatamente isso – pode ser esquentada ou não, comida pura, com sal grosso e alecrim, coberta por legumes e cogumelos, assim como por pancetta e queijos, e também pode ser recheada com o que se tiver de gostoso à mão”, justifica a chef.

Dessa maneira, mais do que um café da manhã ou um lanchinho, a St. Chico possibilita almoços descomplicados, para serem desfrutados ali mesmo ou levados para viagem, uma vez que as focaccias, a salada caprese e o copo com crudités (bastõezinhos crocantes de legumes e molho da casa) aparecem diariamente com preços atraentes.

Não bastasse, o curto menu se amplia mais ainda com a aparição de alguma viennoiserie, seja ela um pain au chocolat, um croissant ou um pain aux raisins (com uvas passas) e, quando há bom polvilho mineiro, a de pão de queijo com receita secreta da avó da cozinheira. Não à toa, o arsenal dinâmico tem cativado habitués.

“O bairro é ao mesmo tempo muito residencial e muito comercial. Em pouco mais de um mês, já temos uma clientela diária. Temos que nos segurar para que o serviço amigável não se torne caloroso demais e zelar para que os itens que já viraram um costume para o cliente estejam sempre ali”, constata Maria Tereza Silvério, sócia que não se afasta do salão.

De certo modo, a St. Chico é um templo para os piqueniques: aquele lugar em que se toma um cafezinho (espresso, coado da térmica dos funcionários ou drip coffee Santa Mônica) e logo se pensa em levar o suco recém-batido, uma cerveja artesanal (dos vizinhos), um vinho Vinhetica (de economia sustentável) ou um switchel para acompanhar os pães inteiros ou fracionados (sim, vale pedir meia baguete ou uma fatia generosa de pão ao levain, por exemplo), os frios (sempre há pastrami, salmão defumado e copa) e burrata artesanais (tudo de gente do bairro, a saber, a Dëlika e a Burrateria), o bolinho do dia, uma salada no pote e, para complementar, quiçá uma mostarda francesa, um sausisson ou um brownie, entre outras guloseimas.

Para além disso, enquanto fabriqueta, a St. Chico é hiperativa – já conta com três turnos de padeiros e o quarto se aproxima. Afinal, são 250 quilos de farinha de trigo orgânica por semana, mais de uma centena de integral e algumas dezenas de centeio. Somente de pães franceses para a vitrine são moldados 16 quilos por dia. Fosse pouco, cada receita precisa de 12 a 48 horas para, sem pressa, fermentar. E as encomendas – não apenas de clientes, mas de restaurantes e bares – não param de crescer.

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Localização St. Chico

 


 
     
     
     

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